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Autor Tópico: [Saúde] Gripe A (H1N1, vulgo "suína")  (Lida 753 vezes)
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Alassë
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« : Agosto 11, 2009, 05:14:01 »

Tópico para falar sobre a Influenza A, que anda nas rodas de conversa de todos hoje em dia, muitas vezes mais com base em especulações do que em fatos. Vamos discutir =)

Semana passada assisti uma palestra de um infectologista do HC da Unicamp, que foi bem interessante. Dentre os pontos mais úteis, acho que foi a explicação da recomendação do uso de água e sabão e/ou álcool para evitar a disseminação e contaminação do vírus. É que os vírus têm uma capa lipídica, ou seja, de gordura, envolvendo seu interior. Essa capa pode ser destruída com sabão, no mesmo processo de quando lavamos nossa louça com detergente. Sem a capa, ele não sobrevive.
O caso do álcool é que o vírus não sobrevive muito tempo em superfície seca. O álcool evapora mais rápido que a água, então passar álcool nas mãos e nas superfícies de móveis e outros ajuda a secar mais rápido, o que inibe a ação do vírus =)
Esse é o motivo também de terem adiado as aulas: esperar que passasse as semanas de mais frio, nas quais as pessoas se fecham mais (por motivos óbvios) e também porque com calor as coisas ficam mais secas. Imaginando que alguém espirre sobre uma carteira numa escola, enquanto houver um pouco de umidade, o vírus ainda estará lá. Passando álcool ou numa época de calor, o tempo de vida dele diminui bastante.

Outra coisa que o médico comentou é que está uma busca louca por álcool gel e que já está bem difícil de encontrar pra comprar. Não precisa ser esse álcool. Aquele que compramos normal, 70%, é igualmente eficaz. Acho que só em estabelecimentos onde há venda de comida ou coisa assim é interessante haver o gel pois ele evapora mais devagar, então dá pra colocar naqueles dispensadores de sabão igual tem em banheiros públicos (já vi em vários lugares, inclusive no shopping).

Por fim, ele comentou sobre esse nome H1N1. H e N são as iniciais das proteínas que existem na capa do vírus e que ele usa para invadir as células hospedeiras. Existem 16 tipos da H e 9 tipos da N. Em humanos, as proteínas que conseguem invadir nossas células são geralmente a H2N3, que é o caso da gripe comum, sazonal, que é imensamente mais fácil de passar do que essa gripe nova.

A gripe espanhola também era H1N1, o que torna essa nova apenas uma variação daquela de 1918. A preocupação do infectologista é de ocorrer uma mutação dessa nova, que causa sintomas mais graves e morte mais rapidamente mas que não se espalha tanto assim, com a sazonal, que é mais light mas se espalha muito depressa.

Bom, pro post não ficar muito longo, vou esperar outros posts pra ir comentando mais do que ouvi na palestra. É bom pra gente se prevenir.
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« Responder #1 : Agosto 11, 2009, 06:56:49 »

Teve um caso suspeito aqui em Caconde, mas nem era H1N1.

E eu não concordo com o adiamento das aulas. Se quisessem conter mesmo a gripe, fizessem igual no México.
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« Responder #2 : Agosto 11, 2009, 11:11:44 »

E o que foi feito no México de diferente?
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« Responder #3 : Agosto 12, 2009, 09:45:11 »

Lá eles proibiram TODO MUNDO de sair de casa.
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« Responder #4 : Agosto 12, 2009, 10:51:02 »

Bom, as escolas e universidades não podem proibir as pessoas de sairem de casa, então cada um em seu departamento. Adiar as aulas é meio que uma "proibição" de aglomeração que seria obrigatória, então é válido. O resto (shoppings, baladas, bares, etc) é puramente opcional e cada um tinha que procurar se precaver. Uma coisa não tem a ver com a outra.

Eu acho válido e, ao menos no caso da Unicamp, nem vai mudar muito o calendário em Dezembro, então tá dando na mesma quase. Passou o pico de frio, em que todos ficam enclausurados em salas sem ventilação e no qual é mais comum as pessoas pegarem doenças respiratórias.

Eu realmente acho que o contágio aqui no Brasil seria muito menor se o pessoal não achasse que é uma gripezinha de nada e/ou que é só alarde. Claro que nosso ignorantíssimo ministro da Saúde está colaborando muito também, não liberando o remédio para quem está com os sintomas iniciais (o que já curaria no ato, já que a eficácia do negócio é maior nas primeiras 48 horas) e não dando recomendações mais severas a respeito de aglomerações, etc.

De fato, em porcentagem de mortos, essa gripe está bem semelhante à gripe sazonal. Porém, na "velha", os óbitos são principalmente de crianças de até 4 anos e de idosos, que são mais vulneráveis e isso já é meio que esperado. Já essa "nova" anda matando muito mais jovens e gestantes, sem outras comorbidades (cardiopatia, diabetes, hipertensão, etc), o que está bem fora das estatísticas. E, puxa, "coincidentemente" quem eu vejo falando que é balela, que não tem motivo pra se preocupar, são justamente os tais jovens saudáveis.

Eu acho que esse pessoal devia pelo menos ser solidário com seus familiares, pois se ficar doente, vai necessariamente passar pra todos dentro de casa.
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« Responder #5 : Agosto 12, 2009, 02:08:51 »

Eu não acho exatamente balela, mas eu acho que estão transformando a gripe em um monstro sem noção.

Isso me lembra o caso da gripe aviária, notícias e mais notícias, previsões assutadoras de milhões de mortos, no final não foi nem 1% das mortes previstas. É preciso certos cuidados sim, mas o que acontece é que assustar todo mundo com isso, anunciando cada vez que uma pessoa morre, pode ajduar a propagar mais a doença e não só ela, já que do nada todo mundo resolve ir para postos de saúde fazendo filas e mais filas e acaba se contaminando lá.

O maior problema da gripe suína é que é uma doença nova, dai o organismo ainda não está 100% preparado p/ se defender, então não tem jeito, pessoas vão morrer, sem querer ser insensível ou despreocupado, mas por mais campanhas e remédios pessoas vão morrer, então tem de se encontrar maneiras de cuidar disso sem precisar fazer um contador de mortos que assusta todo mundo.

O caso do Tamiflu, é que tem umas reações adversas meio pesadas ainda que não muito comuns, tipo ataques convulsivos, dai não se pode dar p/ qualquer um que esteja gripado.
« Última modificação: Agosto 12, 2009, 02:11:05 por Proview » Registrado

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« Responder #6 : Agosto 12, 2009, 02:46:41 »

A gripe A H1N1 é uma variante da já existente Gripe Suína (sim, existia a gripe suína já há tempos). Tava lendo a respeito do histórico de gripes H1N1 até os dias de hoje e em 1976 teve um caso de gripe suína em Nova Jersey. Já tiveram casos na Rússia e os EUA vira e mexem tem casos dela. A atual gripe suína é diferente, óbvio.

E não, essa nova gripe suína não é balela. A gripe aviária foi mais branda que a suína e parece que a taxa de contaminação do A H1N1 é bem mais alta. Na época da gripe aviária não tivémos Pandemia decretada pela OMS e nem tantos casos de infecções mundiais e mortes como estamos vivendo agora. A nova Gripe Suína é séria e deve ser encarada com seriedade.

Tava assistindo ao Globo News também e eles passaram uma entrevista com dois infectologistas, um de rede pública e outro de hospeital particular. Ambos tem uma opinião bem fundamentada a respeito do aumento de casos oficiais no Brasil e da questão do racionamento de remédios para a população:

1 - Há muito mais casos de gente infectada e de mortes do que os dados oficiais computados;

2 - Não houve preparo suficiente para encarar a gripe como pandemia. Pouco se investiu em treinamento médico no nosso páis, o que é agravado com a situação da saúde pública. Uma coisa é você instruir os médicos sobre a gripe, outra é eles se depararem frente a frente com ela;

3 - A preocupação do governo e cientistas sobre o vírus criar resistência aos medicamenteos atualmente utilizados não faz muito sentido. O vírus da gripe pode muito bem criar resistência mesmo se não usarem as medicações;

4 - O ideal é usar as medicações desde que a pessoa é diagnosticada com A H1N1. Estava sendo feito assim até o governo brasileiro decidir "do nada" que era pra usar o medicamente somente nos grupos de risco (grávidas, crianças e idosos) ou em casos agravados (pessoas contaminadas a mais de 72 horas ou/e com dificuldades respiratórias). IMHO e na dos dois médicos, não tem sentido em medicar somente quando o paciente já está em estado agravado da doença, o ideal é medicar e tratar desde o começo como estavam fazendo.

5 - O negócio que já deveria estar sendo feito no Brasil desde a aparição de casos de gripe suína A H1N1 era justamente o que foi dito no Tópico 4: tratar os pacientes com a medicação prescrita (Tamiflu) desde o começo. Eram pra controlar os casos agora e estabilizar o número de infecções desta forma.

6 - O governo brasileiro disse que se liberarem o remédio de vez o povo vai fazer mal uso deste. Tal alegação na bate e eu postei algo sobre isso no meu Twitter lá no começo de abril deste ano: o preço do Tamiflu é R$150,00, logo não tem cabimento uma pessoa ir numa farmácia comprar um remédio controlado deste preço e fazer mal uso dele. Se é pra liberar o remédio, façam o esquema de receita controlada pela ANVISA, na qual uma via fica com o paciente e outra com a farmácia (e devidamente carimbados). E outra coisa: num país aonde é difícil encontrar Dipirona em pronto socorro público em muitas cidades e estados, é duvidoso que vão encontrar e disponibilizar Tamiflu pra quem precisa.

7 - O governo começou a controlar a distribuição do Tamiflu muito provavelmente ao perceber que tem um estoque baixo do medicamento. Segundo os médicos no Globo News, a quantidade anunciada no começo da Gripe Suína 2009 foi de medicamento suficiente para tratar 5% da população (pouco demais). O governo anunciou que ocmprou mais doses, o que aumenta o ínidce para 10% da população, porém isso ainda é pouco.  O Brasil precisa comprar muito mais doses e rever toda a sua política para com o A H1N1.

8 - O mais importante de tudo: não está havendo pânico por parte da população, como foi dito algumas vezes por políticos. Ambos os médicos disseram que estão aparecendo muitas pessoas em seus hospitais com casos de A H1N1 no prazo de 24 até 72 horas após a infecção. Não está tendo aquela coisa de "ah tô com febre, deve ser gripe suína". Ou o governo pára de encarar a pandemia como "mais uma marolinha" ou a situação vai ficar pior.

9 - Falaram ontem de que a epidemia vai se controlar quando a primavera chegar (tese do calendário). Só que quem disse isso se esqueceu que a gripe suína começou na primavera mexicana.

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« Responder #7 : Agosto 13, 2009, 01:28:22 »

Eu não acho exatamente balela, mas eu acho que estão transformando a gripe em um monstro sem noção.

Isso me lembra o caso da gripe aviária, notícias e mais notícias, previsões assutadoras de milhões de mortos, no final não foi nem 1% das mortes previstas.

Eu concordo que, sim, estão dando mais cobertura a isso do que dão a outras doenças que sempre matam muita gente por ano, mas eu creio que seja porque se trata de uma pandemia, uma coisa que tá no mundo todo e não só aqui (e a gente sabe que doenças que matam mais os pobres e os velhos, por exemplo, não dão lá muito ibope). O fato dela matar muito mais jovem e grávida, que em tese são pessoas menos vulneráveis que idosos e crianças, também ajuda para o "pânico".

Agora, em relação à gripe aviária, teve uma diferença: ela era uma H5N1 e, diferente do que esperavam, a proteína H5 não invade tão bem as células humanas quando a H1 ou a H2. Por isso, felizmente, não tivemos epidemias da doença.


Tava assistindo ao Globo News também e eles passaram uma entrevista com dois infectologistas, um de rede pública e outro de hospeital particular. Ambos tem uma opinião bem fundamentada a respeito do aumento de casos oficiais no Brasil e da questão do racionamento de remédios para a população:

1 - Há muito mais casos de gente infectada e de mortes do que os dados oficiais computados;

Sim, pois nosso país é despreparado e nosso sistema de saúde é precário, então os testes levam tipo uns 15 dias pra confirmar se alguém está/estava doente. Uma lástima, pra quem (ministro da Saúde) achava que mal ia chegar a doença por aqui e garantia remédios para todos, lá por abril e maio.

3 - A preocupação do governo e cientistas sobre o vírus criar resistência aos medicamenteos atualmente utilizados não faz muito sentido. O vírus da gripe pode muito bem criar resistência mesmo se não usarem as medicações;

Isso realmente é fato. Não faz sentido deixar a galera morrer, sendo que o remédio é super efetivo (mais ainda se administrado nas primeiras 48 horas) por causa dessa hipótese. Vírus se modificam hiper rápido e se algum azarado pegar a gripe A e a gripe comum ao mesmo tempo, aí sima  coisa fica feia, pois pode nascer daí um vírus que se espalha muito mais rápido (gripe comum) e que mata muito mais também (gripe nova).


4 - O ideal é usar as medicações desde que a pessoa é diagnosticada com A H1N1. Estava sendo feito assim até o governo brasileiro decidir "do nada" que era pra usar o medicamente somente nos grupos de risco (grávidas, crianças e idosos) ou em casos agravados (pessoas contaminadas a mais de 72 horas ou/e com dificuldades respiratórias). IMHO e na dos dois médicos, não tem sentido em medicar somente quando o paciente já está em estado agravado da doença, o ideal é medicar e tratar desde o começo como estavam fazendo.

Ditto.

8 - O mais importante de tudo: não está havendo pânico por parte da população, como foi dito algumas vezes por políticos. Ambos os médicos disseram que estão aparecendo muitas pessoas em seus hospitais com casos de A H1N1 no prazo de 24 até 72 horas após a infecção. Não está tendo aquela coisa de "ah tô com febre, deve ser gripe suína". Ou o governo pára de encarar a pandemia como "mais uma marolinha" ou a situação vai ficar pior.

Eu acho (e já li e vi infectologistas dizerem o mesmo) que o melhor negócio é a prevenção e evitar ao máximo que o vírus circule. Daí se eu to com febre alta, coriza, dor no corpo, o melhor que faço é ir pro hospital, pra garantir e me livrar da coisa logo. Esperar não vale a pena. Nos pronto-socorros eu realmente imagino que estejam tomando todos os cuidados necessários pra evitar que os doentes infectem os saudáveis. Inclusive, pra evitar muvuca, muitos hospitais (vi isso no RS) cancelaram cirurgias não-urgentes. Essas medidas são transtornentas? São. Mas são válidas, e é o que estamos podendo fazer, com o sistema que temos no país.

Vale comentar que depois de 7 dias a pessoa doente não infecta mais ninguém (adultos, no caso. Pra crianças são 14 dias). E 7 dias em casa, repousando e tomando medicação não vão acabar com a vida social de ninguém, por certo.


9 - Falaram ontem de que a epidemia vai se controlar quando a primavera chegar (tese do calendário). Só que quem disse isso se esqueceu que a gripe suína começou na primavera mexicana.

Aqui eu realmente imagino que a coisa vá sim ficar mais controlada. A gripe começou nos EUA (é, jogaram a culpa no México), os dois primeiros mortos foram crianças da Califórnia. Só teve mais doideira no México, pq o sistema de saúde eles é bonzão igual o nosso. Enfim, começou na primavera e foi ruim, pois ninguém estava preparado pra isso. Agora, depois de 4 meses, já tem esses remédios e as vacinas também estão quase prontas. Nós vamos entrar na primavera de uma maneira diferente de como o hemisfério norte entrou, em relação à preparação.
E, de fato, como eu já comentei, o vírus não sobrevive em lugares secos e aqui agora só tende a esquentar. O que também aumenta o arejamento dos lugares fechados e o conseqüente não-confinamento do vírus com as pessoas.

Mas claro que no hemisfério norte eles estão morrendo de medo, pois vão entrar no outono agora e em seguida vem o inverno (muito mais rigoroso que aqui, óbvio) e não sabem direito como que vai ser com esse vírus circulando. As vacinas feitas lá fora serão prioritariamente para EUA e UE.

Post grande Dente
« Última modificação: Agosto 14, 2009, 11:12:39 por Alassë » Registrado

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« Responder #8 : Agosto 15, 2009, 02:49:54 »

Aulas na Unicamp até dia 17 de dezembro ¬¬

http://www.unicamp.br/unicamp/divulgacao/2009/08/14/aulas-serao-retomadas-na-segunda-cuidados-com-a-gripe-a-devem-ser-mantidos
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« Responder #9 : Agosto 15, 2009, 08:02:26 »

O porre será agüentar o calor... E nada de pegar exames, pois não teremos semana de estudos =P
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« Responder #10 : Agosto 22, 2009, 03:02:11 »

"Muitas mortes por gripe suína poderiam ser evitadas"
Autoridade em infecções respiratórias, a cientista explica por que a falta de leitos e de acesso ao remédio criou uma taxa "absurda" de letalidade no Brasil

Desde que começou a pandemia de gripe suína, em abril deste ano, o número de horas de trabalho diárias da infectologista Nancy Bellei, 47 anos, subiu de 9 para 14.
Preocupada com a qualidade da assistência, ela diz que muitas mortes poderiam ter sido evitadas. Nancy tem dezenas de artigos publicados em revistas científicas internacionais e é pós-doutorada em vírus Influenza, o causador das gripes. Nesta entrevista concedida à ISTOÉ, a médica critica os rumos do controle da epidemia no Brasil.




A entrevista é bem interessante e objetiva =)
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« Responder #11 : Setembro 20, 2009, 01:10:01 »

Se o Brasil tivesse um sistema de Saúde DIGNO, não lideraríamos o rank de mortes em devido a Gripe A. Lamentável.
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« Responder #12 : Setembro 20, 2009, 01:28:19 »

Se o Brasil tivesse um sistema de Saúde DIGNO, não lideraríamos o rank de mortes em devido a Gripe A. Lamentável.

A Gripe A no Brasil era só uma marolinha também... Roll Eyes
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« Responder #13 : Setembro 20, 2009, 05:31:56 »

E eu falei desde o começo que seria mais uma das "marolinhas" quando o Lula disse que estávamos preparados. ¬¬
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« Responder #14 : Setembro 21, 2009, 07:47:37 »

Agora a gripe vai acabar, ela chegou em Caconde =P
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